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O sapato Oxford e as mulheres

O sapato modelo Oxford é um dos mais tradicionais, na França é conhecido como Richelieu e nos Estados Unidos como Bal-type, a Adolfo Turrion conta um pouco da história desse modelo aqui para você.

Uma das teorias mais fortes para seu aparecimento, é que o sapato seja uma variação da meia bota chamada Oxonian Shoe, que tinha cadarços na lateral e era confortável para andar no campus da Universidade de Oxford na Inglaterra. Passando o tempo, o cano ficou ainda mais baixo, expondo os tornozelos e o cadarço foi para frente do pé, se tornando o sapato Oxford.

Vale questionar se toda a história sobre a universidade é verdadeira. Mas é totalmente relevante, já que o sapato foi associado aos jovens da época e que buscavam mais conforto. Atualmente o sapato Oxford Masculino é associado à elegância e formalidade, e já não é mais usado em universidades.

Foi no fim do século XIX, que os modelos de sapatos Oxford começaram a ser usados pelas mulheres em uma versão com salto grosso e quadrado. Foram vanguardistas como: Amelia Earhart defensora dos direitos das mulheres e pioneira na aviação dos Estados Unidos e Marlene Dietrich atriz e cantora alemã que os tornaram famosos. 

No século XX, nas décadas de 40 e 50, os modelos se popularizaram e são referências até os dias de hoje, com os “saddle shoes”, que se popularizaram ao serem influenciados pelo rock’n roll da época.

Por se tratar de um calçado, inicialmente, masculino, o ideal é que se use com roupas bem femininas para ter um equilíbrio no look.  O calçado é uma opção para o ambiente de trabalho e em ambientes mais informais e criativos.

 

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